Mockup · a primeira tela de dentro (Porta 2 no lugar certo)

Depois do clique, ela mostra o que vende - não escolhe uma categoria

Vem logo depois de "Montar minha ferramenta" e antes da pergunta do ramo. Os estados abaixo são navegáveis; o parser é de mentira aqui, os textos são os do documento. Desde 02/set o miolo é a confirmação: nada nasce sem ela ver o que vai nascer.

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Engrenou montando

Me mostra o que você vende

Uma venda sua já basta. A ferramenta nasce a partir dela.

Prefere escolher o ramo? Toca no que você vende

375 px de largura · o aparelho usa as cores reais da casa e não segue o tema desta página

O que esta tela decide

O gesto principal é mostrar, não classificar. O campo tem cara da conversa que ela vê cinquenta vezes por dia, e aceita as duas entradas: colar a conversa ou escrever a venda. Um botão só: "Montar com isso".

Os chips não são fallback escondido. Ficam abaixo, sempre visíveis, com cabeçalho próprio - o caminho alternativo à vista, como o Rafael pediu. São os 11 do ar hoje, mais "escrevo o meu" e "escolher depois".

Quem chega pela linha do plano vê a tela ao contrário (estado 0). Os chips sobem pro topo, já acesos, com a ponta do plano marcada numa pastilha, e o campo desce recolhido numa linha só. A iniciante não é convidada a inventar um pedido que ela não teve.

Nada nasce sem ela ver o que vai nascer (Rafael, 02/set). A tela de desempate morreu: o valor ambíguo se resolve na própria linha do "Entendi". E a consequência para a estrutura é a frase dele - "o estado do meio deixa de ser estado e vira o caminho normal". "Achei tudo" é o caso raro e feliz; "achei alguma coisa" é o comum; "não achei nada" é a única exceção.

Os caminhos, desenhados

Critério único: ele entendeu o produto?

  • Com produto → confirmação, por mais vazia que esteja. Um pedaço aceso e o resto em cinza já basta pra mostrar o nome dela dentro do sistema (estados b, b2, b3).
  • Sem produto → chips, sem cerimônia. Não há o que confirmar; a frase fica guardada (estado c).
  • Fora de escopo → f. O parser da porta só cria, nunca edita nem cancela.

b, b2, b3. a confirmação

Cabe até dois itens como linha de fala; de três em diante vira lista de reconhecimento e a pergunta é uma só ("agora ou depois?"). A régua que decide o formato é o número de perguntas que a tela faria - o mesmo teto de duas. Cada pedaço é uma palavra tocável: corrigir é tocar na palavra errada, não apagar tudo e refazer.

c. o parse falhou

Nada de produto inventado. O texto vira o termo do negócio (mecanismo do diz, já no ar) e a tela responde "Não achei um produto nessa frase" com a pergunta de categoria, um toque abaixo. Falha nunca é beco: é rebaixamento honesto.

f. fora de escopo

"Cancela a de peixe" não é "não sei": é um pedido que já existe. A tela não diz "não achei", que pareceria falha - diz "isso é de um pedido que já existe - aqui a gente cria o primeiro", na voz do aí, e acende os chips. Sem cara de erro.

O que nasce (estado d, depois do "É isso")

O estado d não vem mais direto da frase: só se chega nele pelo botão "É isso" da confirmação (ou por "depois" na lista de três, que lança o pedido a combinar). Nesta página os chips só marcam a escolha - o outro caminho não é o que está em julgamento aqui.

Auditoria (a) e (b) resolvida, medida no banco em 02/set. (a) "1 produto seu" passa a ser verdade: quem entra pelo parse não precisa de semente, e o caminho apaga os produtos-exemplo logo depois de nascer - uma chamada a mais no cliente, pela RLS do dono (a policy de delete existe, zero trigger dispara, zero migração, zero RPC nova); se falhar, ela fica com a semente ao lado do produto dela, que é o estado de hoje. Etapas e insumos ficam (são o trilho da produção). (b) O pedido nasce no canal WhatsApp, com a cliente nomeada, entregue e pago pelo chamador - a RPC só força entregue/pago/retirada no canal balcão; com cliente nomeado o WhatsApp é legal e nada é sobrescrito. Ensaiado: o Hoje mostra "Tudo entregue por hoje", zero tarefa pendente, e Sobrou R$ 40 vindo do pedido (o caixa fica vazio, sem dupla contagem). O número não é #1: o contador de cada negócio nasce entre 300 e 900 de propósito (saiu #820 no ensaio). Condição: a data de entrega tem que ser hoje, senão o Hoje diz "nenhuma entrega hoje".

  • O negócio - tenant real, anônimo, sem cadastro.
  • O produto dela com o preço dela, saído da frase.
  • A cliente dela - "Dona Rita" fica, com tratamento.
  • O primeiro pedido lançado - a primeira tela é o Hoje com ele dentro.

Sem nome e sem telefone ("vendi 2 marmitas") nasce como venda de balcão: canal balcão, cliente nulo, entregue e pago - invariante que a RPC de pedido já tem.

Item 10: os chips cabem sem rolar?

Medido do topo do aparelho (a barra de status conta, como num celular de verdade) até a base do último chip, no estado a. A régua é 812 px, a altura útil de um iPhone. Quem cedeu foi o campo: o fundo do WhatsApp perdeu a altura mínima de 158 px e passou a valer o que o balão ocupa. Os chips continuam com alvo de 44 px.

A confirmação de 1 item cabe na dobra?

Do topo do aparelho até a base do "É isso", no estado b: frase, "Entendi", a única pergunta e o botão. As regras que ficam embaixo podem rolar - elas são material de julgamento, não da tela. O menor pedaço tocável é medido nos quatro da linha; a régua de alvo é 44 px.

O que este mockup não prova

O parser. Aqui os botões trocam de estado; lá, quem decide é código que ainda não existe (M1 é o módulo sem chão medido, ~6 sessões no total, faixa de 4 a 8). A mitigação mais barata da lista continua sendo coletar 30 a 50 frases reais antes de começar.

E esta tela só existe de pé com o SetupGate aposentado - senão ela cai no configurador e o pedido some de vista.